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São
Paulo – História
dos Bairros
Centro Velho
São
Paulo, em 1860, já tinha um aspecto bem diferente
da antiga cidade colonial. E os primeiros lampiões de rua queimavam óleo de
mamona ou de baleia. A cidade já exibia o Jardim da Luz, que depois passaria
por extensas reformas no final do século.
Ao passo que a cidade se expandia em todas as direções, um núcleo urbano moderno
se firmava em torno de marcos simbólicos, como por exemplo a Estação da São
Paulo Railway e o Jardim da Luz.
Foram surgindo bairros residenciais
de elite, assim como os Campos Elíseos, com seus bulevares bem ao estilo parisiense,
como a Avenida Tiradentes.
O Centro Velho, que é o coração paulistano,
tem as famosas Avenidas São João
e Ipiranga – cantadas em músicas –, a Praça
da Sé, ponto central da capital, o Largo do Paissandu
(grafia original Paiçandu),
a Ladeira da Memória, o Viaduto do Chá,
que liga a Praça Patriarca
à Praça Ramos, à Rua Xavier de Toledo.
No Centro Velho, temos o Largo do Café,
a Rua da Abolição, a Rua da Consolação,
a Avenida São Luiz, as famosas Rua São
Bento e Rua Quintino Bocaiuva, o Largo São
Francisco, onde começa a Brigadeiro Luís Antonio.
E ainda a Praça da Bandeira, de onde saem ônibus
para os mais distantes bairros, dentre eles Santo Amaro.
Praça
do Correio – A Praça
do Correio,
na confluência da Avenida Prestes Maia, Rua do
Seminário e Rua Capitão Salomão,
é um dos pontos mais bonitos da capital
paulista,
onde está o o cartão-postal Viaduto
Santa Ifigênia, que liga a Avenida Cásper
Libero ao metrô São Bento e Rua
São Bento, ao Mosteiro de São Bento,
à Rua Boa Vista e Rua Líbero Badaró.
Tem um terminal
de
ônibus muito movimentado, que serve bairros como Brasilândia e Freguesia
do Ó, na Zona Norte paulistana.
O prédio dos Correios passa por reformas;
é um belo cartão-postal da cidade, que está localizado
no Vale do Anhangabaú.
Nota: Em fase de edição e pesquisa. Aguarde mais informações.